29/07/2016 | 09h44

PAZ NO TRÂNSITO

Não dá para negar que o trânsito nas grandes e médias cidades está, a cada, dia mais caótico. Em meio à correria do dia a dia, as fechadas, costuradas, paradas proibidas e outras infrações, que se tornam atitudes tão frequentes que estão se banalizando. Tudo isso somado à presença de motoristas imprudentes e à grande quantidade de veículos. Essa mistura é a receita certa para tirar alguns do sério.

É claro que, em um momento ou outro, a correria fará com que o motorista fique irritado. Mas, em meio a esse ambiente, é possível escolher e determinar sua atitude diante do quadro. Nesse caso, a atitude mais sábia é aceitar a realidade e controlar seu nervosismo. Ou seja, já que a realidade externa é mudada com mais dificuldade, é fundamental tentar mudar sua postura interna.

Por mais que você grite e reclame, a atitude de estresse só vai prejudicar sua saúde e trazer mais malefícios. Quando ficar preso no trânsito, uma dica é focar em coisas interessantes, como uma boa música, planos para as próximas férias ou feriado, etc. Buzinar em excesso, gritar palavrões e se desesperar só pioram a situação.

Caso esbarre em alguém sem tolerância, também é válido saber como agir. Uma dica importante é não encarar o opositor, pois pode ser visto como um sinal de provocação. Evitar discussão, mesmo que pareça ter sofrido uma injustiça, também pode evitar uma dor de cabeça maior. Manter uma distância segura dos outros carros e pedir desculpas, mesmo quando estiver com a razão, pode trazer o fim às brigas no trânsito.

Todos temos que se conscientizar, mas, para que haja paz no trânsito, cada pessoa deve fazer sua parte. Cuide de sua vida, seja pacifico no trânsito não no hospital.

Então, a melhor maneira para promover a paz no trânsito não é combater a violência no trânsito, mas simplesmente promover a paz. E a melhor maneira, a mais eficiente e eficaz, é a educação de trânsito em todas as fases da vida da pessoa. Deveremos fomentar a educação para as crianças, que são verdadeiras esponjas e absorvem muito bem esses conceitos. Educação para os jovens, porque eles irão sempre lembrar os bons conceitos que lhes foram passados e dos acontecimentos trágicos nas noites de baladas, lembrando de alguns colegas, que ficaram pelo caminho. E para adultos, porque afinal, nem tudo está perdido.

Talvez possamos começar pondo nossos governantes de volta no banco das escolas, para eles serem os primeiros a aprender segurança no trânsito e cultura da paz, pois seria cômico achar, que eles poderiam colocar em prática o que não aprenderam. Reflitam, pelo amor de Deus.

 

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