22/09/2013 | 18h19

CORRUPÇÃO

A corrupção é uma droga incluída entre aquelas ilícitas, criadora de dependência imediata. Uma vez, isto é, à primeira experiência, vicia. Essa droga é distribuída, com maior frequência, na classe política. Circulam, livremente, no Congresso Nacional e no âmbito dos demais Poderes, com uma familiaridade que chama a atenção,um considerável número de lobistas, supostamente, contratados para a divulgação e distribuição do produto.

Duas situações são observadas: o crescente sucesso do efeito da substância,evidenciado pelo número cada vez maior dos políticos viciados;e a incessante procurada droga, por novos interessado sem participar do clube dos consumidores. Esta é, pelo menos, a conclusão que se tira da situação geral. A “ciência”, já a algum tempo, vem procurando descobrir o antídoto. Os “pesquisadores”, anunciam esperanças e prometem, num segundo momento, testar o efeito do remédio, em voluntários.

Os parlamentares brasileiros, em grande número, são facilmente cooptados. Não se satisfazem com o que ganham de subsídios + gratificações de moradia, passagens aéreas, carro, gasolina e outras vantagens que juntado tudo soma um valor que supera 200 mil reais mensais. A facilidade com que isso acontece, torna o víciotão vulgarizado que, viver sem ele, é quase impossível. Significa dizer que a dependência é de tal forma poderosa que radicaliza o hábito. Por mais que os“cientistas” descubram o remédio, o “dependente” recusa o uso porque não mais encontram prazer em viver, sem a droga.

Como a esperança é a última que morre, conforme o dito popular, o remédio será receitado e aplicado compulsoriamente. E já está sendo aplicado. Seu nome comercial é movimento social, representado por uma multidão de pessoas. No Rio de Janeiro, por exemplo, o movimento chegou a reunir mais de 2 milhões de participantes. Ocupou toda a extensão da Avenida Rio Branco, que começa na Praça Mauá e termina na Cinelândia. Mas isto é só o começo. O remédio será aperfeiçoado. Será dado por completo, quando extinguir, de maneira definitiva,o vício, coisa considerada quase impossível, mas não custa tentar. Esta identificação – movimento social - foi escolhida por consenso de “cientistas”de grande saber. As primeiras doses aplicadas revelaram eficácia. A “bula” diz que a aplicação deve ser dada em doses continuadas para produzir o efeito definitivo,isto é, o efeito esperado.. Caso o objetivo não seja de todo alcançado, o dependente terá de ser isolado socialmente, para livrar os companheiros de possíveis contaminações.

A segunda alternativa, ou seja, o isolamento compulsório, já está sendo providenciada, em alguns casos. O primeiro caso, por representar perigo de contaminação,isolou um tal de Dona dom, do distante Estado de Rondônia. Mas a dose que lhe foi aplicada não está de acordo com o recomendado, porque não eliminará, de todo, a dependência. Para evitar totalmente o perigo de contaminação e impedir que o vício seja renovado com maior intensidade,o enfermo teria de ser excluído e afastado, definitivamente, do quadro social do clube. Deixá-lo reunido durante o dia com os demais companheiro se recolhê-lo só à noite, é perigoso. A recomendação ou a sugestão dos “cientistas” é que ele seja isolado durante o dia e a noite.

Outros candidatos estão relacionados para receber o procedimento. São conhecidos pelos nomes de Genoino, Zé Dirceu, João Paulo Cunha e outros pertencentes à mesma agremiação identificada com a sigla PT que se revelou, por sinal, a mais comprometida com o uso da droga chamada corrupção. Muitos dos membros desse clube petista, em outra época, se envolveram com ações antidemocráticas, em nome da democracia, o que revela uma contradição. Eles deverão em breve ser excluídos do convívio da sociedade e recolhidos a um “hotel”, identificado pela denominação pomposa de “Presídio Hotel”, financiado pelo Estado, onde permanecerão pelo tempo considerado necessário para livrar de contaminação os que estão próximos.

Alguns desses nomes estiveram envolvidos com guerrilhas, outros com assaltos a bancos,outros com sequestros de embaixadores, uns chegaram a ser recolhidos a dependências militares, outros foram deportados para países distantes e, ainda,outros fugiram como medo dos seus repressores. Anistiados, juntaram-se no clube PT e começaram a influir politicamente, ao serem eleitos para a Câmara Alta, a chamada Câmara dos Deputados Federais, outros para o Senado da República. Livres de qualquer censura, montaram um esquema no qual se destacava o respeito pela decência, moral e ética. Não existia decência nenhuma, mas se não mentissem não haveria de enganar os eleitores. 

Repetira na divulgação desses princípios por 4, 8 e até 12 anos, quando, finalmente,conseguiram o objetivo, alcançar a Presidência da República. O presidente distribuiu a patota em vários cargos importantes da administração e iniciou o governo petista que seria respeitoso, decente, ético e imbuído da melhor moral.Não demorou muito, o partido político que seria ético, a ética desse partido começava a se comprometer com o uso imoderado da droga corrupção, envolvendo empresas de telefonia, bancos particulares e oficiais, empresas de publicidade e órgãos públicos importantes bem próximos do gabinete presidencial.

Porem quanto, só denúncias. A coisa começou a tomar corpo quando surgiram os primeiros flagrantes de uso da droga. Os jornais, rádios e emissoras de televisão começaram a mostrar esses flagrantes: funcionário dos Correios recebendo e enfiando a droga no bolso; deputados vindo à tona para explicar o sistema adotado para se chegar à droga e viciar-se. O esquema chegou a ser denominado de “mensalão”. Parece que o uso tinha a ver com o tempo em que a porção da droga era entregue. Quando a prova apareceu a farsa do partido ético desabou. Contra fatos não há argumento, diz o dito popular. O repúdio a tantas constatações só agora está aparecendo. A multidão está na rua para dizer que isto tem que acabar. Que o Brasil precisa do respeito das demais nações.

Os corruptos, isto é, os drogados tentam desviar o foco das manifestações,trazendo à mostra outras violações contra o país, com foco na pessoa de altos funcionários do governo brasileiro. É inaceitável esse tipo de vigilância. Os Estados Unidos da América sempre se preocuparam com o Brasil, desde os idos de1.964. Nessa época, chegaram a influir ou contribuir para que se instalasse no país o movimento militar. Esta influência ou contribuição deu motivo ao sequestro do seu embaixador, por grupos que não admitiam esse tipo de ingerência. Desses grupos teriam a participação de altos funcionários do governo atual, conforme denúncias de policiais do Departamento da Ordem Política e Social – DOPS, da época. O que passou, passou. Hoje a preocupação é acabar com a corrupção é extinguir, de uma vez por todas, com vício que tem contaminado grande parte dos políticos nacionais.    

 

 

 

 


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