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Adema registra vazamento de óleo em córrego na cidade de Riachuelo

12 de Junho de 2019, 16:45

Vazamento já foi contido em ação realizada em conjunto com a Petrobrás

A Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) registrou mais um vazamento de óleo próximo ao povoado Central, no município de Riachuelo, na Grande Aracaju, decorrentes das atividades da Petrobras na região. A Adema realizou uma vistoria no local, acompanhada por representante da Petrobras, para verificar o ocorrido. 

 vazamento o óleo se espalhou por uma calha e desembocou no córrego, mas as primeiras providências para resolver a questão já foram tomadas. Durante a vistoria, houve o fechamento de válvulas e a drenagem do produto. Foram enviados ao local três caminhões a vácuo e construídas cinco barreiras naturais, três barreiras de contenção de hidrocarbonetos, além de disponibilizadas cinco caixas coletoras, um caminhão poliguindaste, uma retroescavadeira e um trator. A atividade envolveu 44 pessoas em campo, além de empresas, para realizar a limpeza da área, explicou o presidente.

Conforme o diretor-presidente da Adema, Gilvan Dias, o trabalho de vistoria foi realizado com sucesso. “As medidas de remediação no córrego e vegetação continuam com um contingente necessário de pessoas. Porém, enfrentando dificuldades de drenagem do óleo sobrenadante, por dificuldade de acesso ao local. Há necessidade de continuar as tratativas de limpeza depois da última barreira absorvente, devido à existência de mancha de óleo”, explicou.

O primeiro vazamento de óleo ocorreu no dia 18 de abril deste ano. No dia 22 do mesmo mês a Adema notificou, oficialmente, a Petrobras e, devido à ação direta do órgão junto à Petrobras, o derrame de óleo no rio foi contido. A empresa fez o reparo no canal e removeu o óleo no córrego. O laudo com a identificação da causa e dos danos ambientais provocados pelo incidente anterior tinha o prazo de 30 dias para ser concluído, mas a Adema precisa de mais dados técnicos para concluir as informações e finalizar o documento. Enquanto isso o órgão ambiental do estado mantém o monitoramento na região, com técnicos vistoriando o local.