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Número de afogamentos atendidos pelos bombeiros triplicou em Aracaju

04 de Janeiro de 2018, 14:56

Em 2017 foram registrados 263 agogamentos em praias de Aracaju

O Grupamento de Busca e Salvamento do Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (GBS/CBMSE) registrou, em 2017, um total de 263 afogamentos atendidos por guarda-vidas nas praias de Aracaju/SE. Esse número é três vezes maior que o contabilizado no ano anterior (2016), quando tinham sido socorridas 88 vítimas de afogamento.

De acordo com o subcomandante do GBS, capitão BM José Messias, do total de afogamentos em 2017 ocorridos nas praias da capital, 4 foram fatais, o dobro do registrado em 2016. “Além das 4 pessoas que vieram a óbito no litoral de Aracaju, nossos mergulhadores resgataram 34 cadáveres de vítimas de afogamento em rios, mares e lagos de todo o estado”, ressalta.

Os bombeiros orientam que a população redobre a atenção e os cuidados na praia, principalmente no verão, em que ocorre mudança de correntes marítimas e se formam piscinas naturais, locais propícios a afogamentos. Para garantir a segurança dos banhistas, o CBMSE escala duplas de guarda-vidas para as praias mais movimentadas, usa placas de sinalização para indicar áreas perigosas e disponibiliza viaturas que percorrem desde a Coroa do Meio até o Mosqueiro.

Seguem algumas orientações dos bombeiros aos banhistas:

• Reforce à criança os riscos de entrar no mar sozinha e não a perca de vista. Mostre um ponto de referência de fácil localização, para que ela possa se situar, caso se distancie. Porém, lembre-se que a criança deve ficar constantemente sob a supervisão de um adulto;

• Caso encontre alguma criança perdida, leve-a ao posto de guarda-vidas ou a outra autoridade competente;

• Evite entrar no mar quando ingerir bebidas alcóolicas e logo após refeições;

• Não nade próximo às bandeiras de sinalização que indicam "PERIGO" no mar;

• Evite tomar banho e nadar em locais que não conhece;

• Na praia da Coroa do Meio, mantenha distância das pedras e não se afaste das margens. Trata-se de uma praia perigosa, com fortes correntezas e altos índices de afogamentos;

• Evite o uso de boias e outros objetos flutuantes, pois eles transmitem a sensação de uma falsa segurança e podem arrastar você para áreas mais profundas e perigosas;

• Não simule afogamentos. Além de causar pânico nas pessoas, isso desvia a atenção dos guarda-vidas de um possível afogamento real;

• Cuidado com as redes de pesca. Mantenha-se distante delas;

• Em caso de acidentes com caravelas e águas-vivas, utilize apenas vinagre a água do mar.

Fonte e foto Ascom CBM

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