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Diferentes ritmos musicais marcaram o Réveillon Aracaju 2018

01 de Janeiro de 2018, 06:59

Do rock ao ‘axénejo’, uma mistura de ritmos que agradou os aracajuanos e turistas que se encontravam na capital sergipana e caíram na folia. As atrações do Réveillon de Aracaju 2018 deixaram o grande público que se formou na Orla da Atalaia satisfeito e com gostinho de quero mais. Maysa Reis, The Baggios, Patusco e Ultra Samba encantaram todos com suas respectivas apresentações.

Uma diversidade que agradou todo mundo. Axé misturado com sertanejo, samba, rock e aquele velho pagodinho. Quem esteve nas areias da praia ou no calçadão da Passarela do Caranguejo não teve desculpa para ficar parado. Quem abriu a celebração foi a cantora sergipana Maysa Reis, que abrilhantou e representou muito bem o estado.

Dava para sentir a energia contagiante do público do começo ao fim da festa. Para Maysa, que se apresentou na Festa da Virada de Ano da bela mais charmosa do Brasil pela sétima vez, o formato do réveillon deste ano onde priorizou os artistas da terra  cumpriu com a sua missão. “Toda vez que me apresento no Réveillon em Aracaju é uma emoção diferente. Saber que a prefeitura buscou incluir o máximo possível de artistas da região é de uma alegria enorme, ou melhor dizer: é uma vitória para todos nós sergipanos”, observou.

O pedagogo Franklin Carlos, fã decretado da cantora, chegou cedo para não perder nenhum detalhe da apresentação. Com um repertório que inclua músicas de sua carreira e sucessos atuais Maysa agradou a Franklin e também a turma que acompanhava a cantora em cada canção. “A festa realmente estava linda. Eu sou de Aracaju, mas poucas vezes passei o réveillon na cidade. Fiquei muito surpreso com a diversidade e com a qualidade. A prefeitura está de parabéns”, opinou Franklin.

Uma das atrações mais esperadas da noite foi a banda The Baggios. Recém indicada ao Grammy Latino, o grupo uniu o rock tradicional ao MPB. Os meninos aproveitaram a ocasião para lançar um novo projeto chamado “Nordeste 70”, onde fazem releituras de artistas nordestinos que deixaram suas marcas. Para o líder da banda, Júlio Andrade, inserir a The Baggios na grade de programação mostra que as instituições responsáveis reconhecem o trabalho e apoiam. “Muita gente que está aqui, talvez nunca tinham ido ao show da nossa banda. Muitos conheciam através da premiação que participamos ou pela televisão. Aqui, a Prefeitura deu a oportunidade para que muitas pessoas conhecessem o nosso trabalho. Estamos muito felizes em participar e receber esse apoio de todos os envolvidos”, disse.

A atração de projeção nacional responsável por animar as primeiras horas de 2018 foi a Patusco, que trouxe o melhor do samba de Olinda. “Estamos muito felizes em participar dessa grande festa. A Patusco agradece imensamente a todos os organizadores pela oportunidade de disseminar o nosso projeto e levar alegria para as pessoas”, agradeceu o cantor da banda, Júnior Filhote.

A estudante de Porto da Folha, Beatriz Amaral, aprovou o evento realizado pela Prefeitura de Aracaju através de parcerias com o Banco do Estado de Sergipe (Banese) e o Sindicado de Empresas de Transporte de Passageiros de Aracaju (Setransp). De acordo com ela, é importante promover eventos que valorizem as suas raízes, mas que também mesclem com sons de outros estados. “Os artistas do nosso estado precisam ser valorizados. Temos que apoiar aquilo que é nosso. Todas as atrações arrasaram em suas apresentações. Essa foi a minha primeira vez aqui, mas com certeza quero vir para muitos outros”

Quem fechou a noite e já começou o ano realizando um sonho foi a Ultra Samba. A banda, que é de Aracaju, marcou o evento com por trazer um repertório bem atualizado e que fez a galera se mexer com os rits do momento e sucessos do samba que marcaram épocas. “Hoje nós realizamos um grande sonho que era de se apresentar no réveillon em nossa cidade. Acredito que todos os artistas tem esse sonho de poder começar o ano tocando em um grande evento e para o seu povo. Ficamos muito satisfeitos”, revelou o cantor da banda, Gustavo Santos.

Segundo o presidente da Funcaju, Silvio Santos, a expectativa é que cerca de 100 mil pessoas se fizeram presentes no réveillon na Orla. Silvio ainda explicou que esse modelo de valorização dos artistas locais foi uma forma de mostrar ao povo sergipano os talentos da terra. “Fizemos uma festa onde pudemos dar valor aos nossos artistas e mostrar o quanto temos boas bandas, atrações de peso que não ficam atrás de nenhuma outra banda. Cerca de 100 mil pessoas estiveram nas mediações curtindo os diferentes ritmos da noite”, explicou.

Foto: Edinah Mary

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