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Com paralisação e protesto, servidores públicos de Carira cobram salário digno

14 de Abril de 2018, 07:17

Por: Iracema Corso

Para protestar contra o salário base de R$ 510 e cobrar valorização, os servidores públicos de Carira vão construir um dia de paralisação e protesto na manhã desta segunda-feira (13).

A concentração está marcada para as 9h da manhã na Praça José Durval de Matos, conhecida como a Praça do Hospital. De lá, os servidores públicos sairão em caminhada pelas ruas da cidade, distribuindo panfletos e esclarecendo a população.

Filiado à Central Única dos Trabalhadores (CUT), o SINDSPUC (Sindicato dos Servidores Públicos de Carira) já discute sobre a necessidade de valorização dos servidores e o direito a salário digno desde agosto de 2017, quando promoveu uma assembleia geral para tratar do assunto com os trabalhadores. Na ocasião, o prefeito Arodoaldo Chagas (PSC) chegou a participar da assembleia onde afirmou que até dezembro de 2017 encontraria uma solução. Há dois meses, o sindicato enviou oficio à Prefeitura cobrando o cumprimento, no entanto, não obteve resposta.

O presidente do SINDSPUC, Valtenilson Santos Silva, o Zominha, explicou que os servidores recebem o salário base de R$ 510 desde 2010 e há oito anos lutam por valorização salarial. Ele convocou nova assembleia para o dia 24 de março e os servidores decidiram construir a paralisação no dia 16/4 como forma de estimular a gestão municipal a sair da inércia. “Dialogamos com o prefeito no dia 10 de abril e ele nos pediu mais tempo. Na reunião, ele aceitou atualizar o Estatuto dos Servidores e montar um cronograma de férias, pois vários servidores acumulam férias vencidas. Porém, sobre a questão salarial o prefeito pediu mais tempo para realizar um estudo do impacto na folha de pagamento. Isso é o mesmo que ele falou em agosto do ano passado. Precisamos de soluções concretas além do diálogo. Na prática, qual o avanço que os servidores conquistaram? Então contamos com a união dos servidores, vamos protestar nesta segunda-feira e cobrar o nosso direito a salário digno”.

Foto assessoria