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Depois das fortes chuvas, a rotina em Riachuelo começa a voltar ao normal

18 de Julho de 2019, 06:43

Aos poucos, a rotina no município de Riachuelo está voltando ao normal e a maior parte das famílias já está de volta aos seus lares. Em levantamento realizado pela Prefeitura, Copo de Bombeiros, Defesa Civil e outros órgãos estaduais, 576 famílias foram atingidas na enchente da semana passada em todo o município, principalmente nos bairros Sítio do Meio, Divineia, Centro e Roque Mendes, além do Assentamento Mário Lago e do acesso ao povoado Central (rodovia SE-245).

De acordo com o coordenador do Gabinete de crise, Capitão Carvalho, a fase mais crítica já passou, porém a assistência às famílias será prestada até que o estado de normalidade seja estabelecido. “As ações de força-tarefa vão continuar até que as famílias tenham condição de voltar à normalidade. Diante da tragédia ocorrida, nós, com muito esforço estamos conseguindo prestar uma assistência de qualidade para essas famílias, graças ao empenho de diversos segmentos”, disse.

O abastecimento de água, segundo informações da Deso, deve ser normalizado até o fim do dia desta quinta-feira, (18). Por enquanto, boa parte da população está recebendo água através de caminhões e tratores-pipa, já que em alguns pontos da zona rural este é o veículo com acesso mais fácil. O fornecimento de energia elétrica já está normalizado em todas as áreas atingidas.

Através do empenho das equipes da Prefeitura de Riachuelo, voluntários e auxílio de outras prefeituras, quase todas as ruas já foram lavadas,  os entulhos recolhidos, a rede de encanação foi vistoriada e desentupida. Porém, os representantes das defesas civis do Estado e do Município, junto com a equipe da Secretaria Municipal de Infraestrutura estão em campo para vistoriar os imóveis atingidos pela enchente. Até esta quarta-feira, (17), 30 casas já estão condenadas.  

Essa semana, equipes de saúde também deram continuidade às ações de força-tarefa, já com o reforço dos agentes de endemias do município de Malhador. Os médicos deixaram os consultórios e estão prestando atendimento em domicílio nas áreas mais críticas. Assim como, está em campo a equipe do NASF. Nesta busca ativa, os profissionais de saúde passam orientações às famílias e doam os medicamentos necessários (antibióticos, fungicidas, analgésicos, anti-inflamatórios, entre outros).

ASCOM PMR.

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