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Trabalhadores rurais de Tomar do Geru e Cristinápolis participam de seminários

07 de Fevereiro de 2019, 05:54

 

A participação nos seminários é a contrapartida obrigatória do trabalhador rural inscrito no programa, sem a qual ele não recebe a última parcela do benefício. O objetivo é levar até eles informações úteis de seu interesse, como o uso de equipamentos de proteção, cuidados no manuseio de defensivos agrícolas, saúde, diretos trabalhistas e acesso a programas sociais

O Programa Mão Amiga iniciou, na última segunda-feira, (04), o ciclo de seminários para trabalhadores da citricultura nos 14 municípios do sul e centro-sul sergipano. Nesta quarta-feira, (06), foi a vez dos 469 trabalhadores da colheita da laranja dos municípios de Tomar do Geru e Cristinápolis participarem das palestras, realizadas por técnicos da Emdagro, sobre o combate às pragas da citricultura com o uso de alternativas naturais; e da Federação dos Trabalhadores Rurais de Sergipe (Fetase), sobre direitos do trabalhador.

A participação nos seminários é a contrapartida obrigatória do trabalhador rural inscrito no programa, sem a qual ele não recebe a última parcela do benefício. O objetivo é levar até eles informações úteis de seu interesse, como o uso de equipamentos de proteção, cuidados no manuseio de defensivos agrícolas, saúde, diretos trabalhistas e acesso a programas sociais. José Gilson, que trabalha na colheita da laranja há 11 anos, não deixou de participar do seminário em Tomar do Geru. Para ele, receber o benefício é uma grande ajuda.

“Durante a entressafra a gente passava por situações difíceis ‘fazendo bico’, viajando para outros estados em busca de oportunidade. Quando chegou o Mão Amiga foi uma benção na vida de quem trabalha com a laranja, porque ajuda bastante. A gente recebe as parcelas, não fica naquela agonia de ir embora daqui para procurar outro trabalho”, disse o trabalhador rural.

O programa de transferência de renda e geração de cidadania é 100% custeado com recursos do tesouro estadual e, através do Fundo de Combate à Pobreza, paga o benefício de R$ 760, dividido em quatro parcelas de R$ 190, durante os meses da entressafra dos cultivos da laranja e da cana-de-açúcar. José Dantas Oliveira, beneficiário de Tomar do Geru, disse que quando não conseguia encontrar outro trabalho durante o período da entressafra, sobrevivia com a ajuda da família. “A gente tinha que se virar, mas as vezes não tinha jeito. Aí quem me ajudava era meu pai e minha mãe. Hoje, com a ajuda do Mão Amiga, a gente tem mais  tranquilidade”, frisou.

A secretária de Estado da Assistência, Inclusão e do Trabalho, Lêda Couto, levou aos trabalhadores da citricultura a certeza da continuidade do programa, considerado prioritário pelo governador Belivaldo Chagas e pela vice-governadora Eliane Aquino, mesmo diante do cenário de crise econômica. “O Mão Amiga é de fundamental importância, tanto para vocês trabalhadores, quanto para a economia dos municípios. Em 2019, ele está completando dez anos e vai continuar, mas pretendemos aprimorá-lo, agregando benefícios complementares. Vamos trabalhar de forma regionalizada, fazendo um diagnóstico de cada cidade, observando quais as suas potencialidades, trabalhando para melhorar a economia dos municípios e buscando formas de trazer oportunidades para melhorar cada vez mais a qualidade de vida de vocês”, pontuou Lêda Couto.

Maria Santos de Jesus era ainda uma adolescente quando começou a trabalhar na citricultura. Hoje, com 32 anos, ela relembra das dificuldades enfrentadas por toda a família durante os quatro meses da entressafra. “A gente já começava a sofrer antes, porque sabia a agonia que seria para encontrar outro jeito de se sustentar. E quem não conseguia passava sufoco. Hoje é uma felicidade pra gente ter essa ajuda, a gente sente uma segurança”, pontuou, destacando ainda a importância dos seminários. “Além das parcelas a gente vem aqui e aprende muita coisa boa tanto para o nosso trabalho, como para nossa vida”.

Sobre o Mão Amiga

Criado pelo governo de Sergipe em 2009, por meio da Lei 6.697, o Mão Amiga beneficia, nesta edição, 4.379 trabalhadores da colheita da laranja nos 14 municípios da citricultura cadastrados. Realizado pela Seit em parceria com a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), o Sindicato dos Trabalhadores Rurais e as secretarias municipais de Assistência Social, o programa atende as populações dos municípios de Arauá, Pedrinhas, Tomar do Geru, Riachão do Dantas, Umbaúba, Santa Luzia do Itanhy, Indiaroba, Estância, Itaporanga, Cristinápolis, Boquim, Lagarto, Itabaianinha e Salgado.

Fonte e foto assessoria

Trabalhadores rurais de Tomar do Geru e Cristinápolis participam de seminários do Programa Mão Amiga

A participação nos seminários é a contrapartida obrigatória do trabalhador rural inscrito no programa, sem a qual ele não recebe a última parcela do benefício. O objetivo é levar até eles informações úteis de seu interesse, como o uso de equipamentos de proteção, cuidados no manuseio de defensivos agrícolas, saúde, diretos trabalhistas e acesso a programas sociais

O Programa Mão Amiga iniciou, na última segunda-feira, (04), o ciclo de seminários para trabalhadores da citricultura nos 14 municípios do sul e centro-sul sergipano. Nesta quarta-feira, (06), foi a vez dos 469 trabalhadores da colheita da laranja dos municípios de Tomar do Geru e Cristinápolis participarem das palestras, realizadas por técnicos da Emdagro, sobre o combate às pragas da citricultura com o uso de alternativas naturais; e da Federação dos Trabalhadores Rurais de Sergipe (Fetase), sobre direitos do trabalhador.

A participação nos seminários é a contrapartida obrigatória do trabalhador rural inscrito no programa, sem a qual ele não recebe a última parcela do benefício. O objetivo é levar até eles informações úteis de seu interesse, como o uso de equipamentos de proteção, cuidados no manuseio de defensivos agrícolas, saúde, diretos trabalhistas e acesso a programas sociais. José Gilson, que trabalha na colheita da laranja há 11 anos, não deixou de participar do seminário em Tomar do Geru. Para ele, receber o benefício é uma grande ajuda.

“Durante a entressafra a gente passava por situações difíceis ‘fazendo bico’, viajando para outros estados em busca de oportunidade. Quando chegou o Mão Amiga foi uma benção na vida de quem trabalha com a laranja, porque ajuda bastante. A gente recebe as parcelas, não fica naquela agonia de ir embora daqui para procurar outro trabalho”, disse o trabalhador rural.

O programa de transferência de renda e geração de cidadania é 100% custeado com recursos do tesouro estadual e, através do Fundo de Combate à Pobreza, paga o benefício de R$ 760, dividido em quatro parcelas de R$ 190, durante os meses da entressafra dos cultivos da laranja e da cana-de-açúcar. José Dantas Oliveira, beneficiário de Tomar do Geru, disse que quando não conseguia encontrar outro trabalho durante o período da entressafra, sobrevivia com a ajuda da família. “A gente tinha que se virar, mas as vezes não tinha jeito. Aí quem me ajudava era meu pai e minha mãe. Hoje, com a ajuda do Mão Amiga, a gente tem mais  tranquilidade”, frisou.

A secretária de Estado da Assistência, Inclusão e do Trabalho, Lêda Couto, levou aos trabalhadores da citricultura a certeza da continuidade do programa, considerado prioritário pelo governador Belivaldo Chagas e pela vice-governadora Eliane Aquino, mesmo diante do cenário de crise econômica. “O Mão Amiga é de fundamental importância, tanto para vocês trabalhadores, quanto para a economia dos municípios. Em 2019, ele está completando dez anos e vai continuar, mas pretendemos aprimorá-lo, agregando benefícios complementares. Vamos trabalhar de forma regionalizada, fazendo um diagnóstico de cada cidade, observando quais as suas potencialidades, trabalhando para melhorar a economia dos municípios e buscando formas de trazer oportunidades para melhorar cada vez mais a qualidade de vida de vocês”, pontuou Lêda Couto.

Maria Santos de Jesus era ainda uma adolescente quando começou a trabalhar na citricultura. Hoje, com 32 anos, ela relembra das dificuldades enfrentadas por toda a família durante os quatro meses da entressafra. “A gente já começava a sofrer antes, porque sabia a agonia que seria para encontrar outro jeito de se sustentar. E quem não conseguia passava sufoco. Hoje é uma felicidade pra gente ter essa ajuda, a gente sente uma segurança”, pontuou, destacando ainda a importância dos seminários. “Além das parcelas a gente vem aqui e aprende muita coisa boa tanto para o nosso trabalho, como para nossa vida”.

Sobre o Mão Amiga

Criado pelo governo de Sergipe em 2009, por meio da Lei 6.697, o Mão Amiga beneficia, nesta edição, 4.379 trabalhadores da colheita da laranja nos 14 municípios da citricultura cadastrados. Realizado pela Seit em parceria com a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), o Sindicato dos Trabalhadores Rurais e as secretarias municipais de Assistência Social, o programa atende as populações dos municípios de Arauá, Pedrinhas, Tomar do Geru, Riachão do Dantas, Umbaúba, Santa Luzia do Itanhy, Indiaroba, Estância, Itaporanga, Cristinápolis, Boquim, Lagarto, Itabaianinha e Salgado.

Fonte e foto assessoria