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Oncologista alerta para importância da prevenção ao câncer infanto-juvenil

14 de Setembro de 2018, 16:16

Mensalmente, cerca de 238 crianças e jovens são atendidos pelo Hospital de Urgência de Sergipe (Huse) com os mais variados tipos de câncer e o oncologista do Centro de Oncologia da unidade hospitalar, Anselmo Mariano Fontes, alerta que  essa é a segunda causa de morte entre 1 e 19 anos, perdendo apenas para acidentes e violência. Por outro lado, o índice de cura pode chegar a 70% dos casos se houver diagnóstico precoce. O médico destaca, ainda, a importância da campanha alusiva ao Setembro Dourado, período em que se estimula a prevenção e combate ao câncer infanto-juvenil.

De acordo com o especialista, exames como as ressonâncias, pet-scans e marcadores tumorais têm ajudado os médicos a concluírem o diagnóstico com mais precisão. “É necessário que seja feito um diagnóstico precoce e um encaminhamento para um Centro Especializado em Oncologia, onde será observado se o tumor está localizado ou disseminado (metástases) e o início de tratamento, seja com cirurgia, quimioterapia, radioterapia, os três juntos ou isolados”, explica.

 Ele fala, ainda, que alguns sintomas podem servir de alerta para os pais, tais como febre intermitente ou contínua, o aparecimento de tumor em qualquer parte do corpo, principalmente nas regiões do pescoço e região da virilha, sangramento em qualquer parte do corpo, perda de peso, mancha amarela nos olhos, entre outros. Alguns desses sintomas podem aparecer também em lesões benignas, mas merecem uma investigação mais especializada.   

O oncologista diz, também, que pode haver os retinoblastomas, que são tumores na retina ou tumores ósseos, mais comuns em adolescentes. “A maior incidência corresponde às leucemias, tanto a linfóide aguda quanto a melodie aguda. Vindo a seguir os tumores do sistema nervoso, os tumores abdominais, como o do rim chamado de tumor de Wilms, o da glândula suprarrenal, os situados no fígado”, revela.

Fonte e foto assessoria

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