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Aribé critica “política retrógrada e ditatorial” na CPI do Lixo

11 de Abril de 2018, 14:28

O vereador Lucas Aribé (PSB) fez duras críticas à tentativa da mesa diretora da Câmara Municipal de Aracaju de realizar as reuniões da CPI do Lixo a portas fechadas. “Percebemos uma política retrógrada, ditatorial”, afirmou o parlamentar durante o discurso na sessão ordinária desta quarta-feira, 11.

Após os vereadores da bancada de oposição entrarem com uma ação popular na justiça para que a Comissão Parlamentar de Inquérito do Lixo realizasse reuniões no plenário da Casa legislativa de forma pública e transmitida pela TV Câmara, a mesa diretora alegou inviabilidade em agravo de instrumento. “Quem nos elegeu precisa saber o que está acontecendo e tem vereador defendendo uma reunião da CPI a portas fechadas, longe do plenário. Para alguns parlamentares, o povo não precisa acompanhar”, reclama Aribé.

“Fiz uma indicação sugerindo que os dois presidentes das comissões realizassem as reuniões de forma pública e aberta. Temos a CPI da saúde andando muito bem, avançando, sendo transparente, realizada no plenário dessa Casa e transmitida pela TV Câmara. Enquanto na CPI do lixo, queriam até cortar a fala de vereador que não participa da comissão. Isso é uma vergonha. Infelizmente a política contra o povo é muito forte”, critica Lucas.

Em resposta a ação popular movida pelos vereadores de oposição, o desembargador do Tribunal de Justiça Roberto Porto determinou que a presidência da Câmara “proceda a realização das reuniões da CPI do lixo em plenário, de forma pública, garantindo o acesso dos cidadãos, entidades interessadas, demais vereadores e, ainda, com transmissão simultânea e ao vivo pela TV Câmara e meios oficiais de imprensa do poder legislativo municipal”.

Por Maraisa Figueiredo