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Em Propriá, PMs fazem segurança para empresa privada

15 de Abril de 2018, 08:09

A determinação do comandante do 2º Batalhão, sediado em Propriá, para que uma guarnição fazer ponto base das 17:40 horas às 18:40 horas, próximo à Mega Distribuidora, não agradou a alguns empresários do município que estão se sentindo prejudicados com a falta de proteção por parte da polícia.

Por telefone, um comerciante disse que "estão fazendo segurança de uma empresa privada", reclamou. Além disso, alguns PMs disseram que algumas vezes eles precisam comunicar o vigilante do estabelecimento privado informando que já chegaram na área.

Essa situação causou revolta em diversos empresários e também à população, que não dispõem da mesma segurança oferecida a empresa. Empresários que estão estabelecidos na região da antiga sede do Batalhão (distrito industrial), dizem que não têm sequer rondas constantes feitas pela polícia militar, inclusive a antiga sede da unidade militar serve hoje de abrigo para marginais se esconderem e fazerem uso de drogas, sem contar ainda os constantes assaltos que vêm ocorrendo na localidade.

"Não é compreensível que policiais militares sejam utilizados para fazerem segurança para uma empresa privada, que pode muito bem contratar segurança particular para sua segurança", desabafou um morador.

Munir Darrage