Movimento Polícia Unida participa de ato com centrais sindicais por defesa dos direitos dos servidores

21 de Setembro de 2021, 05:19

Mobilização aconteceu na manhã desta segunda-feira (20), em frente ao Palácio dos Despachos. Na pauta, indignação do Governo de Belivaldo Chagas diante dos anos sem revisão geral anual, sem reajuste salarial e redução salarial de 14% para aposentados e pensionistas

Na manhã desta segunda-feira (20), policiais civis, policiais militares e bombeiros militares que fazem parte do Movimento Polícia Unida participaram de manifestação promovida por centrais sindicais, na luta por defesa dos direitos dos servidores públicos. Na pauta, demonstrar a indignação do Governo de Belivaldo Chagas diante dos anos sem revisão geral anual, sem reajuste salarial e redução salarial de 14% para aposentados e pensionistas.

A mobilização, ocorrida em frente ao Palácio dos Despachos, sede do governo estadual, contou também com a presença de representantes do Fórum de Defesa dos Servidores Públicos de Sergipe, Central Única de Trabalhadores (CUT), Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e Central Sindical Popular Conlutas.

Presente no ato, Adriano Bandeira, presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Sergipe (Sinpol/SE), discursou sobre os principais problemas enfrentados pelos servidores públicos, entre eles, as perdas financeiras anuais provocadas pela desvalorização da moeda, decorrente de efeitos inflacionários. "A manifestação de hoje comprova mais uma vez o que destacamos tanto nos eventos do Polícia Unida, que é a falta de diálogo do governador Belivaldo Chagas, que não respeita os servidores públicos. São anos sem revisão salarial, sem reajuste, direitos constitucionais que estão sendo cerceados. Queremos uma mesa de negociação verdadeira. É inadmissível estarmos há quase uma década sem revisão geral anual, com o servidor perdendo o poder de compra. Mas essa é a marca desse Governo, o desrespeito ao trabalhador e aos direitos constitucionais", destacou. 

Na oportunidade, o presidente da CUT, Roberto Silva, criticou a postura do Governo do Estado com as pautas do funcionalismo público. "O Governo de Belivaldo Chagas vem impondo uma campanha de desvalorização do salário dos servidores nunca vista. São anos sem valorização salarial, com servidores acumulando perdas salariais, e não há uma justificativa que impeça a concessão do reajuste a esses profissionais. Inclusive, estudos do Dieese indicam que o Governo de Sergipe aumentou suas receitas em 25%. O que vemos é a falta de respeito e de compromisso com esses profissionais", finalizou. 

Fonte e foto Sinpol