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Operação da PC: seis servidores e um oficial da reserva da PM são presos

17 de Abril de 2018, 06:38

A polícia civil do estado de Sergipe deflagrou desde as primeiras horas desta terça-feira (17) uma operação para combater uma quadrilha especializada em fornecer Cédula de Identidade falsa.

As primeiras informações são de que estariam envolvidos e já foi preso um oficial da reserva da polícia militar, um agente prisional, seis servidores do Instituto de Identificação. Os policiais do COPE cumprem os mandados que foram expedidos pela justiça.

Operação - A SSP emitiu uma nota onde informa que equipes do Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope) cumpriram nesta terça-feira, 17, nove mandados de prisões temporárias e mais dez mandados de buscas domiciliares durante a Operação Fênix, cujas investigações duraram seis meses e foi planejada pela Secretaria da Segurança Pública.

O trabalho contou com o apoio da Coordenadoria de Polícia Civil do Interior (Copci) e Complexo de Operações Especiais da PM (COE) para execução das ordens judiciais.

Até o momento segundo a SSP, foram presos seis servidores do Instituto de Identificação de Sergipe, um agente penitenciário, um oficial da PM da reserva e dois autônomos.

A operação foi deflagrada para concluir a investigação que apura um esquema de vendas de RGs, ideologicamente falsos, expedidos pelo próprio Instituto de Identificação de Sergipe.

De acordo com a delegada Mayra Evangelista, que coordenou as investigações, a polícia vinha percebendo um derrame de RGs ideologicamente falsos, apreendidos com criminosos diversos em situações dentro e fora do Estado de Sergipe. Chamou a atenção das equipes de investigação o fato de terem sido expedidos pelo Instituto de Identificação de Sergipe, contendo informações falsas que acobertavam os criminosos por todo o país.

Dentre os crimes revelados com a investigação, além da corrupção ativa e passiva que envolvem as falsificações, foram apurados delitos de uso de documento falso, peculato e estelionatos praticados por pessoas que recorriam à compra de carteiras de identidade ideologicamente falsas para a prática de fraudes, em especial, de benefícios previdenciários.

Com informações da SSP

Munir Darrage

 

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