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“Quem vai decidir a eleição é a população, não o agrupamento”, afirma vereadora

11 de Julho de 2019, 14:45

Citada como uma das possíveis candidatas ao cargo majoritário, nas eleições municipais do próximo ano, em recente Pesquisa de Opinião Pública, desenvolvida pela Padrão Pesquisas Científicas, a vereadora Emília Corrêa (Patriota) concedeu entrevista à uma rádio local para tratar do assunto e foi taxativa ao afirmar que não tem feito campanha.

 “Tenho muito cuidado com pesquisas independente de quem esteja em primeiro ou em último colocado. De qualquer forma, me sinto honrada com as menções que têm feito com meu nome, uma simples vereadora, que obteve uma votação expressiva no último pleito, e que não tenho feito nada além de desempenhar o meu mandato, essa é minha obrigação”, declarou, Emília Corrêa, ao ser questionada como avaliava o resultado da pesquisa.

Na oportunidade, a líder da oposição na Câmara de Vereadores, ressaltou que a articulação é apenas um detalhe, os candidatos devem estar preocupados em atender às necessidades do povo. “A gente tem que esquecer esses vícios. Eleição não é feita somente de articulações políticas, isso é um detalhe, tem que se preocupar em atender às necessidades do povo e saber o que ele quer. Quem vai decidir a eleição é a população, não o agrupamento. Enquanto uns vivem em caferzinhos e reuniões, no momento, tenho focado no meu mandato”, afirmou.

Ainda durante a entrevista, a vereadora fez questão de agradecer, novamente, os aracajuanos mencionaram seu nome em uma pesquisa despretensiosa. “Que bom que isso está acontecendo, mas não tenho andado nesse caminho de ficar articulando, pensando nas eleições do próximo ano, pelo contrário, tenho ouvido, tenho sido procurada e desenvolvido o meu trabalho. No mais, a palavra é gratidão a Deus e aos aracajuanos por ter sido lembrada para um cargo de responsabilidade altíssima e torcendo para que a oposição verdadeiramente converse, se una, e não fique tentando pegar carona em um “avião” que acha que vai ter mais possibilidade de chegar, porque pode quebrar a cara”, pontuou.

Por Andrea Lima