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Apenas 1,8% da população brasileira doa sangue, diz Adelson Barreto

07 de Junho de 2018, 16:23

Com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da doação de sangue, o deputado Adelson Barreto (PR) usou a tribuna da Câmara Federal para abordar o tema e chamar a atenção para a campanha Junho Vermelho. “Um mês, uma cor e uma questão ligada à saúde em destaque”.

De acordo com o parlamentar, há quatro anos, o vermelho foi eleito para lembrar a importância da doação de sangue, além disso, o Junho Vermelho, para o Brasil, tem ainda mais relevância, pois, neste período do ano, o país experimenta a queda das temperaturas e, em seguida, as férias, que provocam uma baixa de comparecimento de doadores. “Os estoques de sangue caem, em média, 30%”, alerta Adelson, ressaltando que esses fatores vêm junto com o aumento de pessoas resfriadas.

Qualquer queda em um banco de sangue pode provocar um desequilíbrio no fluxo de funcionamento dos hospitais. “Quando um paciente dá entrada em um hospital para fazer uma cirurgia eletiva ou um procedimento de urgência, não se sabe se ele precisará de sangue e, se precisar, qual será a quantidade. Para isso, não há previsibilidade, por isso o banco de sangue deve sempre estar abastecido para servir à emergência”, observação feita pela médica intensivista Maria Aparecida Braga.

Adelson revelou que o Brasil ainda não tem doadores de sangue suficientes para cumprir a recomendação da Organização Mundial da Saúde que preconiza que a nação tenha pelo menos 3%. “O Brasil tem apenas 1,8%”, lamentou, ressaltando que uma bolsa de sangue pode salvar até quatro vidas.

O deputado concluiu seu discurso apresentando dados do Movimento Eu Dou Sangue, mostrando que extraoficialmente houve um aumento de 25% nas doações, no mês de junho de 2017, em comparação com o ano anterior. Atribuindo às campanhas e movimentos de conscientização a doação de sangue.

“Percebam, a importância da publicidade, a importância da propagação. As pessoas precisam criar a consciência da importância da doação de sangue. O sangue não pode ser substituído por nenhuma medicação. Ele só é obtido pela doação, não existe outra forma. Pessoas precisam dele todos os dias. Doar Sangue é salvar vidas. É só começar”, concluiu.

Fonte e foto assessoria

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