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SES não paga o dobro por senhas de acesso, diz coordenadora de compras

16 de Abril de 2018, 16:29

“A Secretaria de Estado da Saúde (SES) não paga o dobro pelo serviço de fornecimento de senhas de acesso a ferramentas de pesquisa e comparação de preço. Afirmar o contrário disso é ser leviano”. A afirmação é da coordenadora de Compras da SES, Érica Maísa Lima Poderoso, ao contestar informação veiculada na imprensa, onde se afirma que a secretaria paga o dobro que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Amapá pelo mesmo produto.

A informação veiculada expressa apenas a falta de conhecimento da verdade por parte do jornalista, que usa como referência de valor os contratos do TRE-AP e da Secretaria de Estado da Saúde com a NP Capacitação e Soluções Tecnológicas. De acordo com a coordenadora de compras, a SES paga exatamente o mesmo valor pelo produto que o órgão eleitoral, diferenciado apenas pelo número de senhas contratadas.

“O valor do contrato anual da SES com a NP é de 15.980,00 para aquisição de duas senhas de acesso ao banco de compras, enquanto o TRE-AP paga R$ 7.990,00 por uma senha”, explicou Érica Poderoso, acrescentando, disse a coordenadora de Compras, acrescentando que o contrato justifica-se pela grande necessidade de pesquisa, haja vista que a secretaria realiza as compras de toda a Rede Estadual de Saúde.

Informou ainda, que a empresa apresentou atestados de capacidade técnica, sendo um deles fornecido pelo Tribunal de Contas da União, que também contratou esta mesma empresa, na mesma modalidade de licitação e valor idêntico ao contratado pela SES. Érica Poderoso salientou que o serviço agregou eficiência nas contratações, auxiliando o setor de Compras na ampla pesquisa de preços, com credibilidade para assegurar a fixação de um valor orçado que conduza à seleção da proposta exequível mais vantajosa para a administração pública.

“Lamentamos que profissionais da imprensa firam o princípio mais básico do jornalismo que é o de buscar a verdade dos fatos, apenas no afã de atingir o secretário Almeida Lima. As inverdades também acabam afetando os trabalhadores. Essa prática é condenável”, considerou a gerente de compras.

Fonte e foto assessoria

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